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aparelho de telefone ip

A tecnologia IP vêm conquistando cada vez mais espaço entre diversos segmentos empresariais, sendo uma opção importante para diminuir os gastos com a conta telefônica, já que usam a rede... continue lendo »

O post Que benefícios os telefones IP podem oferecer às empresas? apareceu primeiro em Blog Intelbras.



from Blog Intelbras http://bit.ly/2T3PFDr

O especialista em privacidade e segurança Troy Hunt publicou hoje um post sobre o famoso Collection #1 — uma base de dados com mais de 700 milhões de endereços de e-mail e mais de 1,1 bilhão de pares únicos de login-senha. Explicaremos a seguir em que poderia afetá-lo e o que pode ser feito a respeito.
Vazamentos e violações de dados são reais e acontecem às vezes em grande escala. Os cibercriminosos coletam as informações vazadas e criam base de dados com logins e senhas. Alguns deles tentam adicionar informações de cada roubo de informações sensíveis a esses bancos, esforço que resulta na criação de bases de dados gigantescas como o Collection #1, recentemente analisado por Troy Hunt.

Isso não é apenas um vazamento monstruoso (como o que aconteceu com o Yahoo! com bilhões de credenciais de usuários roubadas) é, em vez disso, uma coleção que compila informações de mais de 2 mil vazamentos diferentes, alguns deles de 2008, e outros mais recentes.

Surpreendentemente, o Collection #1 não parece incluir logins e senhas de vazamentos famosos como o caso do LinkedIn que ocorreu em 2012 e das duas violações do Yahoo (Acesse aqui o nosso post sobre a primeira, e aqui a publicação sobre a segunda).

Meus dados estão no Collection #1?

Para saber se alguma das suas credenciais está na base de dados, acesse haveibeenpwned.com. Digite o endereço de e-mail ao qual suas contas estão associadas — e poderá pesquisar se foi incluído em qualquer uma das bases de dados hackeadas que o site conhece.

Se o seu e-mail fizer parte do Collection #1— haverá uma entrada relacionada a isso no haveibeenpwned. Se não estiver lá, você tem sorte e não há nada que precise fazer. Mas caso esteja, é aí que começa a parte complicada.

O que devo fazer se minha conta estiver lá?

Se o seu e-mail estiver lá, é certamente um sinal de que você precisa fazer alguma coisa. No entanto, o serviço não informa qual das suas contas vinculadas a esse e-mail foi violada. Foi uma conta em um fórum de criptomoeda, de uma biblioteca online, ou quem sabe de uma conta de comunidade de amantes de gatos? Dito isso, há duas opções, dependendo se você está usando uma única senha em vários serviços ou não.

Opção 1: você estava usando uma senha para várias contas associadas a esse endereço de e-mail. O caso ficou mais complicado! Para garantir a segurança, acesse essas contas e altere as senhas. Não se esqueça que essas senhas precisam ser longas e únicas. Acho que, como você está acostumado a lembrar apenas de uma, tentar memorizar várias novas seria praticamente impossível. Por isso, provavelmente é uma boa ideia usar um gerenciador de senhas.

Opção 2: você estava usando senhas únicas para cada uma das contas associadas a esse e-mail. Boas notícias: vai ser um pouco mais fácil. Claro que você também pode alterar todas as suas senhas, mas não precisa. Você também pode tentar descobrir quais foram expostas usando outro recurso do hasibeenpwned chamado Pwned Passwords.

Você poderá digitar uma senha de uma das suas contas e ver se ela foi mencionada no banco de dados do Collection #1 — em texto simples ou em hash. Se você ver que essa ou outra senha apareceu no haveibeenpwned pelo menos uma vez, será necessário alterá-la. Se não aparecer, então é seguro. Em seguida, prossiga para a verificação de outra senha.

Claro, que fazer isso significa confiar na haveibeenpwned, e a maioria das pessoas não tem absolutamente nenhuma razão para isso. Por esse motivo, você também pode colar um hash SHA-1 da sua senha— e isso possibilitará a obtenção de praticamente o mesmo resultado. Existem vários recursos online que fazem hashes SHA-1 para qualquer informação que você fornecer (joguei no google para você). Dessa forma, sua senha não será exposta no haveibeenpwned, por isso não há razões adicionais para se sentir paranoico.

Conselhos para se manter longe da maioria dos vazamentos

Temos visto inúmeros vazamentos nos últimos anos e é seguro presumir que muitos deles ainda irão acontecer no futuro. É por isso que novas bases de dados grandes, como o Collection #1, continuarão aparecendo de tempos em tempos, e os cibercriminosos terão prazer em usá-los para tentar invadir as contas das pessoas. Para minimizar os riscos, recomendo que você siga as instruções abaixo:

  • Use senhas longas e exclusivas para cada conta. Dessa forma, se um serviço for hackeado, você precisará alterar apenas uma senha.
  • Ative a autenticação de dois fatores sempre que possível. Isso dificulta que hackers acessem a sua conta, mesmo que eles consigam obter seu login e senha.
  • Use soluções de segurança como o Kaspersky Security Cloud que pode alertá-lo sobre violações recentes.

 

  • Use um gerenciador de senhas que possa ajudá-lo a criar inúmeras senhas únicas e fortes, sem necessidade de memorizá-las. Os gerenciadores de senhas também podem ser úteis quando precisar alterá-las de forma rápida e segura. Kaspersky Password Manager gerencia essas duas tarefas com eficiência.


from Notícias – Blog oficial da Kaspersky Lab http://bit.ly/2FFyRPn

Durante a Consumer Electronics Show (CES) deste ano, mais de 500 empresas apresentaram soluções inovadoras para diagnosticar, monitorar e tratar doenças, bem como avanços nos cuidados médicos e gadgets que permitem o monitoramento da saúde em tempo real. No entanto, alguns ainda deixam as informações médicas e de pacientes disponíveis online e sem proteção adequada, permitindo que sejam acessados por qualquer pessoa, inclusive um cibercriminoso.
O uso de tecnologia em saúde está aumentando e muitas empresas desenvolveram dispositivos inteligentes, desde produtos de monitoramento remoto até soluções de diagnóstico e tecnologia avançadas, cujo objetivo é promover o bem-estar dos usuários. No entanto, as ciberameaças também aumentaram à medida que os fabricantes desenvolveram dispositivos mais conectados e aplicativos vulneráveis.

As principais ameaças cibernéticas que atingem os dispositivos de saúde podem ser divididas em três tipos: as que violam a privacidade dos dados, as que comprometem a integridade destes e as que atacam sua disponibilidade. Os pesquisadores da Kaspersky Lab descobriram alguns ataques contra dispositivos médicos chamados de man-in-the-middle, que permite ao cibercriminoso ter um canal entre o sensor e o serviço que reúne os dados; acesso local ou remoto ao armazenamento de informações; substituição de dados já  armazenados ou transmitidos, roubar a identidade da vítima ou realizar um ataque de ransomware.

A necessidade de obter eficiência nos custos e recursos médicos tem incentivado os desenvolvedores e as instituições médicas a usar os sistemas de informação para processar dados, o que levou ao surgimento de novos tipos de equipamentos tecnológicos e dispositivos pessoais que podem ser usados para interagir com sistemas e redes tradicionais que, se não tiverem as medidas de segurança necessárias, estarão vulneráveis aos cibercriminosos.

“As pessoas podem achar que esses desenvolvimentos trazem inúmeros benefícios, como prevenção de doenças, melhoria no estilo de vida, economia em visitas ao médico, entre outros, mas raramente param para pensar onde estão enviando seus dados, quem os armazena e que uso é dado”, alerta Dmitry Bestuzhev, diretor da equipe de pesquisa e análise para a América Latina da Kaspersky Lab. “Além disso, temos que pensar também o quão vulneráveis não só as informações de pacientes, mas também os dados técnicos da equipe médica podem estar no momento em que uma pessoa está recebendo tratamento, uma vez que os centros de saúde também estão conectados à internet.”

Recomendações

  • Avalie se realmente é necessário determinado equipamento e se ele oferece um benefício real para sua saúde;
  • Verifique a reputação do fabricante antes de comprar o dispositivo;
  • Altere a senha de fábrica imediatamente e modifique-a periodicamente;
  • Use uma solução que permita procurar vulnerabilidades em dispositivos inteligentes conectados à rede, como o Kaspersky Smart Home e IoT Scanner para Android, que analisa a rede doméstica, lista os dispositivos conectados e aponta as vulnerabilidades comuns de cada um deles;
  • Não vincule o dispositivo com suas redes sociais. Caso estas sejam violadas, elas podem deixar o dispositivo vulnerável;
  • Leia as condições de uso e ter conhecimento de onde seus dados estão armazenados.
Com informações da Jeffrey Group


from Notícias – Blog oficial da Kaspersky Lab http://bit.ly/2VXknQx

Estudo da Kaspersky Lab revela que 19% dos homens latino-americanos admitem ver conteúdo adulto em seus computadores do trabalho. De acordo com os resultados, os peruanos são os que mais acessam (26%), seguidos pelos brasileiros (24%), mexicanos e argentinos com 19%. Os que menos procuram conteúdo sexual no escritório são os chilenos (14%) e colombianos (12%). As mulheres também responderam a esta pergunta e as colombianas lideram este hábito, com 13%, seguidas das peruanas (10%), mexicanas e brasileiras com 9%. No fim da lista estão as argentinas e as chilenas com 7% e 4%, respectivamente.
De acordo com o estudo, 17% dos usuários chilenos infectados por malware para celular em 2017 sofreram ataques usando temas pornográficos. Também foi visto que os trojans bancários disfarçados de players de vídeo pornô estão em segundo lugar entre os tipos mais difundidos de malware dirigido por pornografia, seguido por malware com acesso root e ransomware. O último, em muitos casos, usa táticas de scareware: um programa malicioso que bloqueia a tela e exibe uma mensagem que indica que conteúdo ilegal foi detectado e, portanto, o dispositivo foi bloqueado. Para desbloqueá-lo, a vítima deve pagar por um resgate.

Esta pesquisa, que faz parte da campanha “Ressaca Digital”, promovida pela Kapersky Lab para aumentar a conscientização sobre os riscos aos quais os usuários da internet estão expostos quando navegam sem precauções, também mostrou que, além de olhar por conteúdo sexual, os homens são os que mais realizam compras online no trabalho. Em média, 42% deles o fazem, principalmente os jovens entre 25 e 34 anos. Em contrapartida, as mulheres entre 18 e 24 anos de idade são as que menos compram pela internet no expediente.

Mas o grande vilão é o e-mail pessoal, 73% dos trabalhadores latino-americanos – homens e mulheres – declaram ler seu correio eletrônico no escritório e 49% afirmam que verificam e postam em suas redes sociais. Destes, 40% não vêem grandes inconvenientes e usam como justificativa o fato de passarem a maior parte do dia no trabalho.

Além disso, 25% dos latino-americanos dizem que não têm um laptop projetado exclusivamente para o trabalho e, se tivessem, 30% o conectaria a uma rede pública WiFi (cafés, restaurantes e aeroportos) se estivessem fora do escritório, enquanto apenas 8% dizem que se conectariam a uma rede virtual privada (VPN).

“As práticas negligentes de alguns colaboradores podem causar sérios danos às empresas, pois aumentam o risco de vazamento de dados corporativos confidenciais”, afirma Dmitry Bestuzhev, diretor da equipe de pesquisa e análise da Kaspersky Lab para América Latina. “O risco de infecção existe e está presente em ambos os sites adultos e aqueles que não têm nada a ver com pornografia. No caso do primeiro, os golpistas estão bem preparados para atrair usuários. No entanto, evitar que os funcionários acessem pornografia online ou aplicativos suspeitos não é uma prática efetiva. O mais importante é manter sempre os dispositivos protegidos, tanto dos próprios trabalhadores quanto de toda a organização.”
Para 30% dos entrevistados que afirmaram pertencer a uma empresa com mais de 300 funcionários, apenas 44% seguem uma política de segurança corporativa que protege o uso de celulares ou laptops corporativos. Outros 35% não são controlados por nenhuma política e 21% não sabem se sua empresa conta com alguma regra neste sentido. Destes, 29% correspondem a jovens entre 18 e 24 anos.

“Os funcionários, sendo os usuários finais, são o elo mais fraco da cadeia na cibersegurança, já que seus maus hábitos online colocam em risco redes corporativas e dados confidenciais das empresas. Uma investigação realizada no início do ano revelou que a negligência dos funcionários contribuiu para 46% dos incidentes de empresas em 2017, o que demonstra a importância de organizações estabelecerem políticas e normas de segurança de TI e que eles o façam de uma maneira viável para todos os colaboradores, e não apenas para aqueles que são especialistas na área”, acrescenta Bestuzhev.

Para aumentar a segurança das organizações, a Kaspersky recomenda que empresas menores instalem o Kaspersky Small Office Security ou o Kaspersky Endpoint Security Cloud, enquanto médias e empresas de grande porte precisam de configurações de segurança avançadas e aplicativos específicos para melhor a proteção de dispositivos móveis, servidores e e-mail na suite do Kaspersky Endpoint Security for Business.

Com informações da Jeffrey Group


from Notícias – Blog oficial da Kaspersky Lab http://bit.ly/2FxDL1v

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from Blog Intelbras http://bit.ly/2RxXwwF

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from Blog Intelbras http://bit.ly/2MbC22r
seguranca nas ferias - familia indo viajar

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from Blog Intelbras http://bit.ly/2LYngvP
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