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Como parte do compromisso firmado no final de 2017 com a Iniciativa de Transparência Global, a partir de agora arquivos maliciosos e suspeitos compartilhados pelos clientes da Kaspersky Lab na Europa serão processados nos data centers da empresa em Zurique. Esta mudança reflete nossa determinação em garantir a integridade e confiabilidade de seus produtos.

A transferência do processamento de dados faz parte de uma grande mudança criada para melhorar a resiliência da infraestrutura de TI da empresa aos riscos de violações de dados e ataques à cadeia de fornecimento, além de ser uma prova adicional à confiabilidade de seus produtos, serviços e processos.
Desde o dia 13 deste mês, os dados de ameaças provenientes de usuários europeus são processados em dois data centers em Zurique – que contam com instalações em conformidade com os padrões do setor para garantir os mais altos níveis de segurança. São recebidos para análise apenas as informações que os clientes optaram por compartilhar com a Kaspersky Lab, que incluem arquivos maliciosos desconhecidos ou suspeitos e os metadados correspondentes que os produtos da empresa enviam à Kaspersky Security Network (KSN) para a análise automática de malware.

Os arquivos compreendem a parte mais importante dos dados processados pelas tecnologias da Kaspersky Lab e a proteção das informações de nossos clientes, juntamente com a segurança e integridade da infraestrutura. Por este motivo, a empresa começou com a transferência do processamento de arquivos e espera que essa mudança seja totalmente concluída até o fim de 2019. O remanejamento de outros dados que os produtos da empresa processam, e que consistem em estatísticas anônimas de uso e de ameaças, está planejado para as próximas fases da Iniciativa de Transparência Global.

Revisão do código-fonte

Também foi aberto o primeiro Centro de Transparência da Kaspersky Lab, em que parceiros autorizados poderão revisar os códigos da empresa, atualizações de softwares e regras de detecção de ameaças, além de outras atividades. A partir do Centro de Transparência, a Kaspersky fornecerá aos governos e parceiros informações sobre seus produtos e sua segurança, incluindo a documentação técnica essencial e importante para uma avaliação externa em um ambiente seguro. Esses dois grandes marcos serão seguidos pela transferência do processamento de dados de outras regiões e, em uma segunda fase, pela da mudança da montagem do software para Zurique.

Segundo avaliações independentes, a Suíça está entre os melhores lugares do mundo em termos de número de servidores seguros disponíveis e tem reputação internacional de ser um centro de inovação em processamento de dados e infraestrutura de TI de alta qualidade. Por estar no centro da Europa e, ao mesmo tempo, não ser membro da União Europeia, a Suíça estabeleceu seu próprio regulamento de privacidade de dados, garantido pela constituição e leis federais do país. Além disso, há regulamentações rígidas para o processamento de solicitações de dados recebidas das autoridades.

Centro de Transparência inaugurado em Zurique, Suíça

“A transparência tornou-se a nova norma do setor de TI, em particular no segmento de cibersegurança. Temos orgulho de estar na vanguarda deste processo. Sendo uma empresa de tecnologia, nosso foco é garantir a melhor infraestrutura de TI para a segurança de nossos produtos e dados, e a transferência de partes-chave da nossa infraestrutura para a Suíça os coloca em um dos locais mais seguros do mundo”, declara Eugene Kaspersky, CEO da empresa. “As promessas feitas em nossa Iniciativa de Transparência Global estão sendo realizadas. Com o novo Centro de Transparência, parceiros confiáveis e governos poderão verificar análises externas de nossos produtos e tirar suas próprias conclusões. Acreditamos que ações como essas são apenas o início de um caminho – tanto para a empresa quanto para o setor de segurança como um todo”.

A Iniciativa de Transparência Global da Kaspersky Lab foi anunciada em outubro de 2017 e continua progredindo. Além da inauguração do Centro de Transparência e da transferência da infraestrutura de TI, estão sendo realizadas várias outras ações.

Em particular, a Kaspersky Lab contratou uma das quatro maiores empresas de consultoria para conduzir uma auditoria de suas práticas de engenharia de software no que tange a criação e distribuição da base de dados com as regras de detecção de ameaças, com o objetivo de confirmar, de forma independente, sua conformidade com as mais altas práticas de segurança da indústria. A avaliação será feita de acordo com a norma SSAE 18 (Statement of Standards for Attestation Engagements). O escopo desta avaliação inclui as atualizações automáticas regulares dos registros de antivírus criados e distribuídos pela Kaspersky Lab para os produtos que operam em servidores Windows e Unix. A empresa pretende que a avaliação sob a SSAE 18 seja divulgada com o Relatório SOC 2 (The Service and Organization Controls) do segundo trimestre de 2019.

Além disso, continuamos aperfeiçoando a segurança de nossos produtos com a contribuição de entusiastas de segurança do mundo inteiro. No período de um ano, a Kaspersky solucionou mais de 50 bugs relatados pelos pesquisadores de segurança, muitos dos quais foram reconhecidos como sendo especialmente importantes.

Para saber mais sobre os princípios de transparência e a Iniciativa de Transparência Global da Kaspersky Lab, acesse https://www.kaspersky.com.br/about/transparency

Com informações da Jeffrey Group


from Notícias – Blog oficial da Kaspersky Lab https://ift.tt/2PunJuT

Mais de um em cada quatro quatro (26%) brasileiros estaria disposta a publicar uma foto nua em troca de dinheiro. O dado é um dos destaques da pesquisa “Ressaca Digital”, realizada pela Kaspersky Lab em conjunto com a consultoria de pesquisa de mercado CORPA, para analisar os usuários de dispositivos móveis com relação ao cibercrime e cibersegurança em seis países da América Latina: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.

O estudo faz parte da campanha Ressaca Digital, promovida pela empresa para conscientizar as pessoas sobre os riscos a que estão expostos na Internet e nas redes sociais quando agem despreocupadamente.
O principal objetivo da campanha é evitar que os usuários se arrependam após realizar um post, nova conexão ou download por impulso, reduzindo assim possíveis vazamentos de dados pessoais, roubo de identidade, viralização de imagens íntimas, perdas financeiras ou a violação de direitos do menor de idade.

“Por que Ressaca Digital? A Kaspersky Lab identificou que os usuários têm nas redes o mesmo comportamento de quando estão em uma festa”, diz explica Dmitry Bestuzhev, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky Lab na América Latina. “Por exemplo, fornecem muitos dados pessoais e bancários e confiam mais do que deveriam no desconhecido. No dia seguinte, essa ressaca os faz lembrar dos erros e imprudência”.

De acordo com a pesquisa, 23% dos latino-americanos lamentaram compartilhar uma publicação nas redes por conter imagens vergonhosas de si mesmos ou de outras pessoas em festas ou situações sociais. Outros 19% lamentaram a postagem por conter informações pessoais relacionadas à moradia, família, trabalho, localização ou contas bancárias e quantias em dinheiro. Enquanto isso, 18% se arrependem de ter publicado comentários negativos para outros usuários em relação à sua personalidade, etnia ou sexo. No entanto, apenas 6% se arrependem de ter publicado fotos com pouca roupa.

Em relação a este último dado, 30% dos latino-americanos estariam dispostos a publicar uma foto nua nas redes sociais por dinheiro, dos quais 44% correspondem a homens e apenas 17% a mulheres. Os argentinos são o povo que lideram este quesito, com 45% dos internautas dispostos a fazê-lo, seguidos pelos mexicanos (31%) e chilenos (27%). Em seguida estão o Brasil (26%), Peru (25%) e Colômbia (24%).

Pesquisa Ressaca Digital

Daqueles que estão dispostos a publicar imagens sem roupas, 58% são argentinos versus 33% das argentinas . Em seguida aparecem os homens mexicanos (48% x 16%), e os peruanos com 42%, contra 12% de suas compatriotas. Depois, brasileiros (41%), chilenos (39%) e, finalmente, colombianos (35%).

Para Carlos Araos, Ph.D em Ciências da Informação e especialista em ciberpsicologia na Universidade Adolfo Ibáñez, no Chile, esse comportamento arriscado de alguns usuários está relacionado ao papel da Internet na América Latina. “O que aprendemos com base em outros estudos é que, em comparação com outras regiões onde o uso da Internet foca-se na busca por informações ou para entretenimento, os adolescentes e jovens-adultos latinos a usam para se manter em contato com seus pares e grupos de amigos com a mesma faixa etária”, afirma. “Neste contexto, a importância que damos às plataformas digitais é criada com base na imagem que queremos transmitir de nós mesmo ou, pelo menos, no controle em que somos percebidos pelas outros. Em outras palavras, nossas vidas digitais é pautada em compartilhar uma parte de nós mesmos e, eventualmente, chegamos a ignorar a preocupação com relação à privacidade”, diz o especialista.

O acadêmico acrescenta ainda que o percentual de pessoas em cada país que aceitaria publicar fotos íntimas é muito elevado se consideramos o uso potencial e descontrolado que pode ser feito com as imagens, principalmente nas redes sociais. “Isto indica, a partir da lógica digital, que o desejo por exposição supera os riscos desta prática, por exemplo, para nossa imagem profissional. Considerando a Argentina, os dados indicam que a sociedade atual dá mais importância para sua aparência física”, explica.

Intimidade em risco

A pesquisa identificou ainda que um dos maiores arrependimentos dos usuários é ter compartilhado imagens vergonhosas em redes sociais, tanto suas quanto de outras pessoas. Inclusive, 30% dos latino-americanos admitiram ter enviado fotos íntimas a seu cônjuge ou amigos – destes, 40% são jovens entre 18 e 24 anos. E outros 43% afirmaram ter recebido imagens íntimas de pessoas próximas.

Além disso, a investigação revelou que 27% afirmaram ter tirado fotos ou filmado a si mesmo em uma situação íntima com seu dispositivo móvel – 32% são jovens entre 18 e 24 anos.

Identificou-se ainda que, em média, mais de 70% dos entrevistados armazenam suas fotos e vídeos em seus celulares e que 40% compartilham a senha do aparelho com outra pessoa – situação que pode levar a vazamento de informações e exposição indesejada. Além disso, 28% dos entrevistados aceitariam dar sua senha e o dispositivo móvel a um estranho por 15 minutos em troca de U$ 20 mil.

“Os respondentes justificaram esta decisão porque sabem que mais tarde poderão trocar sua senha, mas a verdade é que compartilhá-la com terceiros, sejam familiares ou amigos, é o primeiro passo para acabar, eventualmente, sendo vítima de roubo, chantagem ou golpe. Se a senha fosse a chave para nosso diário, compartilharíamos facilmente com os outros? Certamente não e é isso que devemos fazer com as senhas dos nossos smartphones, PCs ou tablets: mantê-las seguras e protegidas”, ressalta Bestuzhev.

Em relação ao comportamento das informações nas redes sociais, a pesquisa mostrou que um terço das pessoas possuem um perfil público no Facebook – sendo que 37% tem entre 35 e 50 anos. Em relação às contas do Instagram, mais da metade dos latino-americanos têm perfil público, principalmente jovens entre 18 e 24 anos (39%). O risco aumenta se considerarmos que, em média, 80% dos latino-americanos deixa seus perfis logados em seus dispositivos móveis.

“O risco de ter um perfil público é que informações pessoais podem ser vistas por qualquer pessoa e o proprietário desconhece as intenções de quem o visita e qual será o uso que esta pessoa dará às fotos ou dados publicados”, explica Bestuzhev.

Para a Kaspersky, o estudo deixa claro a necessidade de mudança de comportamento das pessoas com relação a privacidade. Para aumentar a consciência sobre o tema, a empresa lançou uma tecnologia patenteada de segurança adaptativa que se ajusta ao estilo de vida do usuário para protegê-lo e alertá-lo sobre os riscos à segurança.

*A pesquisa Diagnóstico da Cibersegurança, desenvolvida em agosto de 2018 pela CORPA para a Kaspersky Lab, considerou uma amostra de 2.326 entrevistas online para usuários entre 18 e 50 anos do Chile, Argentina, Peru, Brasil, Colômbia e México.

Com informações da Jeffrey Group


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A popularidade do Battle Royale do Fortnite – um jogo multiplayer desenvolvido pela Epic Games – continua crescendo, especialmente com o lançamento da versão Android. Mas ao contrário da grande maioria dos desenvolvedores, a Epic tomou a decisão ousada de não disponibilizá-lo na Google Play. O Google inclusive lançou um comunicado oficial sobre o assunto:
Aqui vamos explicar por que isso pode ser perigoso e como proteger seu smartphone, sua conta Epic Games e seu dinheiro.

1. Baixe o Fortnite para Android apenas do site oficial

O Fortnite para Android pode ser baixado do site oficial do jogo. Essa é uma boa maneira de evitar que páginas falsas ofereçam Trojans disfarçados de Fortnite Launchers.

Depois de baixar o jogo, você deve habilitar a caixa de seleção “Permitir a instalação de aplicativos de fontes desconhecidas” nas configurações do seu smartphone. Para fazer isso, vá em Configurações -> Segurança -> Fontes desconhecidas:

2. Não esqueça de bloquear novamente as instalações de fontes desconhecidas

Uma vez que já tenha instalado o Fortnite no seu smartphone ou tablet Android, não esqueça de desmarcar a opção “Fontes desconhecidas” nas configurações do aparelho.

Permitir a instalação automática de fontes desconhecidas torna seu smartphone menos seguro, pois objetos não identificados podem ser baixados de qualquer lugar. Essa configuração é explorada por muitos cibercriminosos que procuram lucrar com a popularidade do Fortnite e outros jogos multiplayer, que envolvem consideráveis rios de dinheiro.

 3. No Android, use o Fortnite Launcher 2.1.0 ou mais recente

Pesquisadores do Google descobriram que o Fortnite Launcher para Android é suscetível a ataques Man-in-the-Disk. Em termos leigos, isso significa que o inicializador poderia basicamente instalar qualquer aplicativo que lhe fosse dado, incluindo maliciosos, sem levantar suspeitas.

O desenvolvedor, a Epic Games, já corrigiu essa vulnerabilidade, de forma que o Fortnite Launcher 2.1.0 e os mais atuais são imunes a esse tipo de ataque. Por isso, opte pela versão mais recente.

Se você instalou uma versão mais antiga do jogo no seu smartphone ou tablet, aconselhamos que remova o Fortnite e o Fortnite Launcher e então reinstale o jogo com a nova versão do instalador. Também recomendamos examinar o sistema com um antivírus para verificar se esse tipo de ataque foi usado para instalar um aplicativo malicioso no seu dispositivo Android.

4. Mude a senha da sua conta Epic Games

Segundo rumores online, um vazamento de dados em março de 2018 colocou os logins e senhas das contas Epic Games nas mãos de cibercriminosos, que prontamente os utilizaram. Os fóruns estão cheios de tópicos sobre como as contas do Fortnite foram roubadas e como os golpistas as utilizaram para comprar códigos no jogo e depois revendê-los a qualquer preço.

Se você criou uma conta Epic Games antes de março de 2018 e não trocou sua senha, faça isso agora. Aqui está o link que precisa.

5. Habilite a autenticação de dois fatores

Mesmo que a sua senha tenha vazado, os cibercriminosos não poderão acessar sua conta sem um segundo fator, na forma de um código pequeno e único. Para a autenticação de dois fatores (2FA), a Epic Games recomenda o Google Authenticator e nós concordamos. Como alternativa, pode experimentar o Microsoft Authenticator, LastPass Authenticator ou Authy. Para mais detalhes sobre como utilizar 2FA, acesse a página de suporte.



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A infecção por e-mail é uma das tradições que se consagrou ao longo do tempo por uma boa razão. Dê uma olhadinha no Securelist, nosso blog para pesquisadores e especialistas de segurança. Não é preciso voltar muito no tempo – digamos para o início de julho – para encher os olhos com a quantidade de malwares disseminados dessa forma. O spam é um meio comum para distribuição de ransomware como o Rakhni. Já o phishing é um método clássico para roubar diretamente criptomoedas das vítimas. Lançadores de phishing são uma tendência atual de APTs. E anexos de e-mails espalham malware como o Cryacl.
O e-mail está longe de ser o vetor de malware mais sofisticado, porém é o mais popular. Em teoria, a defesa para as ameaças citadas acima está na solução instalada no servidor de e-mails da sua empresa, que pode filtrar spam e verificar a presença de traços de malware em anexos. No entanto, essa solução torna-se limitada no uso de serviços de nuvem, como o Microsoft Office 365.

É claro, isso não significa que você deve parar de usar e-mails na nuvem. Apenas lembre-se que, se a sua empresa conta com um serviço externo, é preciso ampliar a proteção-padrão oferecida. No caso do Microsoft Office 365 baseado na nuvem, recomendamos o Kaspersky Security for Microsoft Office 365.

Há pouco tempo, avaliadores do Virus Bulletin compararam os níveis de proteção entre o Office 365 isolado e combinado com outra solução. Nossa solução aumentou a detecção antispam em 2,41% sem adicionar qualquer novo falso positivo. À primeira vista, pode não parecer espetacular. Contudo, a melhoria de 97,41% para 99,82% é uma grande coisa. O Microsoft Office 365 em si é um programa bom em filtragem de lixo eletrônico. Captura todos os spams óbvios. Mas deixa de fora aquilo que não se parece exatamente com um.

Consegue adivinhar quem está se esforçando para disfarçar spams como e-mails legítimos? Isso mesmo: autores de phishing e operadores de malware.

(A melhoria da performance que oferecemos ao Office 365 em termos de eficiência antimalware dispensa maiores explicações: a taxa de detecção pula de 79,6% para 99,6%. Combater malwares é o nosso negócio; temos feito isso por mais de 21 anos.)

Para os amantes de jogos, nossa solução é como um Manto de Proteção mágico. Com ele, você tem vantagens de +20 em detecção de malware e +2 em desvio de spam. Essa é uma proteção que vale a pena. Você pode saber mais sobre o Kaspersky Security for Microsoft Office 365 e nossas demais soluções de nuvem no site do Kaspersky Business Hub.



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Ainda é comum ouvir que a localização, a vista e o “Sol da manhã” são condições fundamentais para quem quer melhorar o preço de mercado de sua casa ou apartamento.... continue lendo »

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